Hérnia Discal

Hérnia Discal L5-S1

Hérnia Discal. O Rui Passava Noites em Claro, a Gritar de Dor, Acordando a Mulher.

💙 Rui Loureiro — 30 Anos de Dor, Uma Vida Renascida Pela Ciência

O Rui Loureiro é enfermeiro, tem 60 anos e vive em França.
Há 36 anos que dedica a vida a cuidar dos outros.
Mas, durante três décadas, foi ele quem precisou de cuidados — vítima de uma dor que parecia não ter fim.

Hoje, o Rui é testemunha viva de uma transformação que ele próprio chama de "a ciência a funcionar." E esta é a sua história. 🌿

⚕️ O enfermeiro que não acreditava em milagres

Racional, pragmático e com os pés bem assentes na terra, o Rui costuma dizer:

"Sou demasiado profissional de saúde para acreditar em milagres."

Em maio de 2023, um amigo enviou-lhe um vídeo sobre uma nova tecnologia.
Mas o Rui nem sequer o abriu.
Achou que era mais uma proposta de negócio, já que na altura estava envolvido noutra empresa de marketing de rede.

Meses depois, percebeu que não se tratava de negócios — mas de saúde, de regeneração, de ciência.
Mesmo assim, manteve o seu ceticismo.

O amigo insistiu:

"Rui, eu estou a usar. Estou a ter resultados incríveis. Devias experimentar."

E o Rui respondeu, com o seu humor habitual:

"O tempo em que eu acreditava no Pai Natal e na Fada Madrinha já passou."

A conversa morreu ali.
Mas a vida tinha outros planos.

🌸 O vídeo que mudou tudo

No final de janeiro de 2024, depois de uma viagem a Portugal, o Rui regressou a casa.
A esposa, cansada de o ver sofrer, chamou-o:

"Rui, senta-te aqui ao meu lado. Vais ver este vídeo caladinho — e só falamos no fim."

Era uma live sobre a tecnologia LifeWave, e, curiosamente, quem dava o testemunho era um casal amigo do Rui e da mulher a Arminda.
👉 Acede aqui a história do seu casal amigo o Vitor e a Arminda

Sem querer admitir, ele ficou tocado.
E pensou:

"Se há algo que eu posso perder, são apenas as minhas dores. Nada mais."

Decidiu experimentar.

💔 30 anos a viver prisioneiro da dor

Para entender a transformação, é preciso perceber de onde ele partiu.

Aos 30 anos, o Rui foi operado a uma hérnia discal L5-S1, uma das mais dolorosas e incapacitantes.
Nos primeiros anos, tudo parecia resolvido… mas as crises voltaram — e multiplicaram-se ao longo das décadas.

"Durante 30 anos vivi entre lombalgias, bloqueios, fisioterapeutas, osteopatas, analgésicos e anti-inflamatórios."

Fazia fisioterapia duas a três vezes por semana, osteopatia uma vez por mês, e tomava medicação constante.

"Cheguei a contar 20 pomadas diferentes em casa, todas para tentar aliviar as dores."

Usava almofadas de caroços de cereja, cintas elétricas e até eletroestimulação.
Mas nada resultava.
A vida girava em torno da dor.

A esposa sofria ao vê-lo sofrer.
Dizia-lhe:

"Se aos 50 estás assim… como vais estar aos 60?"

O Rui passava noites inteiras a rebolar na cama, gritando de dor.
A dor roubava-lhe o sono, o humor, o trabalho e até a intimidade.

Para se levantar da cama, precisava de meia hora.
Para lavar a cara no lavatório, tinha de dobrar os joelhos, porque dobrar-se para a frente era impossível.

"A dor mandava na minha vida. Eu já não mandava em nada."

🌟 A decisão que mudou o rumo

No dia 1 de fevereiro de 2024, começou a usar a tecnologia.
Nos primeiros três dias, nada.
Pior: teve um bloqueio.

A esposa, irónica, comentou:

"Pois… já sabia que contigo nada resulta."

Mas o Rui manteve-se sereno:

"Se vivi 30 anos com dor, não é em 3 dias que vai mudar tudo."

Na noite do 3.º para o 4.º dia, foi dormir ainda bloqueado.
Mas às 6 da manhã, acordou sem dor.

"Levantei-me de um salto. Acordei a minha mulher e disse:
'Não sei o que aconteceu… mas hoje levantei-me como se nada tivesse sido.'"

Foi o primeiro milagre — ou, como ele prefere dizer,

"Foi a ciência a funcionar."

💪 Três meses depois, um novo homem

As melhorias continuaram.
As dores diminuíram, os bloqueios desapareceram, e a energia voltou.

Ao fim de três meses, o Rui tinha uma nova vida.
Voltou a fazer natação, a exercitar-se, a trabalhar com energia — e, acima de tudo, a viver sem medo da dor.

A esposa voltou a dormir noites inteiras.
Os filhos voltaram a ver o pai sorrir.
E o enfermeiro cético tornou-se um defensor da nanotecnologia.

Hoje, fala dela a amigos, colegas e pacientes, porque acredita que tem nas mãos uma ferramenta poderosa para ajudar outros.

"Depois de 30 anos a viver com dor, não é milagre.
É ciência a funcionar.
E eu sou a prova viva disso." 💙

🙌 Uma história de esperança e partilha

🧐 Quem conheces que possas ajudar com esta tecnologia inovadora?


👉 Clica aqui e conhece a nanotecnologia que transformou a vida do Rui.

💬 Nota: Este é um testemunho pessoal, baseado na experiência real de Rui Loureiro.

Não constitui alegações médicas, mas sim uma história de fé, coragem e renascimento.

Hérnias Discais na L5, Dor Ciática Incapacitante e Depressão: Quando o Corpo de Natália Silva Disse Basta

Quando a dor quase apaga a luz — e a vida dá uma segunda oportunidade

A história real de Natália Silva

A Natália Silva é do Algarve.
Já passou dos 60 anos.
É mãe, empresária, avó e sempre foi uma mulher ativa, presente, ligada a pessoas, equipas e trabalho.

Mas a verdade é esta:
A Natália não conheceu a LifeWave por curiosidade.
Conheceu pela dor.

Durante cerca de dois anos, a sua vida perdeu qualidade.
Três hérnias discais — uma delas na L5 — acabaram por atingir o nervo ciático. A dor era constante, intensa e incapacitante.

Houve um ponto em que:

  • não conseguia trabalhar

  • não conseguia conduzir

  • não conseguia dormir

  • não conseguia ser quem sempre foi

Como se não bastasse, sofreu uma queda e fraturou a clavícula do braço direito.

A medicação passou a fazer parte do dia a dia.
Todos os dias:

  • dois tramadol (manhã e noite)

  • pelo meio, mais medicação forte

Mesmo assim, a dor não cedia.

A Natália tentou tudo o que lhe aparecia à frente.
Quando alguém lhe dizia "há alguém que te pode aliviar a dor", ela ia. Sempre.

Passou por:

  • injeções de ozono, daquelas que quase fazem desmaiar

  • tratamentos alternativos agressivos

  • osteopatia que, nas palavras dela, "quase a matou"

  • injeções de colagénio

Nada resultava.

Quando o corpo cai… e a mente acompanha

Com o tempo, veio algo ainda mais perigoso: a depressão.

Houve dias em que olhava para as suas funcionárias, para o negócio que sempre construiu, e só lhe apetecia chorar.
Sentia-se inútil. Presa. Sem saída.

Num dos momentos mais baixos da sua vida, estava na varanda de casa — terceiro andar — com uma caixa de tramadol nas mãos. Chorava. Pensava em desistir.

Nesse exato momento, o telefone tocou.
Alguém insistiu.
Alguém foi ter com ela.

Esse telefonema mudou tudo.
E provavelmente salvou-lhe a vida.

Um "sim" sem grandes expectativas

Já lhe tinham falado do X39 da LifeWave antes.
Mais do que uma vez.

Mas no meio de tanta dor, a Natália não deu importância.
Quando finalmente aceitou experimentar, não foi por fé — foi por exaustão.

No primeiro dia, nem sequer usou o X39.
Usou o IceWave, colocando um patch no braço direito e outro nas costas, porque a dor era simplesmente demasiado intensa.

Nessa noite, algo inesperado aconteceu.

Deitou-se às 22h.
Acordou às 6h da manhã.

Oito horas seguidas.

Para alguém que não dormia mais do que uma ou duas horas por noite, aquilo foi um choque.
Foi aí que se perguntou:
"O que é que se está a passar no meu corpo?"

No dia seguinte, começou a usar o X39.
E nunca mais parou.

Voltar a ser ela

Com o tempo, a Natália começou a recuperar algo que julgava perdido para sempre: o brilho nos olhos.

Ela própria dizia às colegas, às comerciais, à sócia:

"Acho que nunca mais vou voltar a ser como era."

Hoje, diz o contrário.

Sempre foi uma mulher ativa, comunicativa, apaixonada pelo que faz.
E pouco a pouco, essa Natália começou a regressar.

Um detalhe simples — mas simbólico — diz tudo:
Durante anos, deixou de usar sapatos de salto alto por causa das dores.
Hoje, volta a usá-los.
Não porque precisa — mas porque quer.

Importante dizer:
Ela não deixou a medicação de imediato.
Continuou a tomar tramadol durante cerca de 10 dias.
Depois, naturalmente, deixou de precisar.

Um segundo episódio que reforçou a convicção

Em agosto de 2025, a Natália foi operada a um carcinoma basocelular que já tinha há algum tempo.
A cirurgia foi no dia 12 de agosto.

O cirurgião avisou:

"Vai ficar no mínimo uma semana toda negra."

A Natália respondeu, quase em tom de brincadeira:

"Agora que uso o X39, não vou ficar negra."

E não ficou.

Sete dias depois, quando foi retirar os pontos, o enfermeiro ficou a olhar para a ferida e perguntou:

"Como é possível? Isto parece uma cicatrização de 20 dias."

Hoje, com cerca de três meses de pós-operatório, as marcas são quase impercetíveis.
A recuperação foi, nas palavras dela, brutal.

Ceticismo também se aprende… e desaprende

A Natália não esconde: foi cética.
Falaram-lhe várias vezes. Ignorou.

Hoje arrepende-se de não ter escutado mais cedo.

Ela própria faz uma comparação simples:

"Quando vamos ao médico e ele passa um medicamento, não questionamos o que tem, nem os efeitos secundários. Confiamos. Porque ele veste uma bata branca."

E deixa a reflexão:

"Porque é que confiamos cegamente numa coisa… e rejeitamos tudo o resto sem investigar?"

Hoje sente-se como se tivesse voltado aos 45 anos.
Mais energia. Mais clareza mental — que começou a notar logo a partir do quarto dia.
Mais bem-estar.
Mais vida.

"Voltei a ser a Natália que era antes."

Esta é a história da Natália.
Não é uma promessa, nem um milagre universal.
Cada corpo reage de forma diferente.
Mas ignorar histórias reais também é uma escolha.

Às vezes, não é falta de soluções.
É falta de escuta.