Hérnias Discais na L5, Dor Ciática Incapacitante e Depressão: Quando o Corpo de Natália Silva Disse Basta

17-01-2026

Quando a dor quase apaga a luz — e a vida dá uma segunda oportunidade

A história real de Natália Silva

A Natália Silva é do Algarve.
Já passou dos 60 anos.
É mãe, empresária, avó e sempre foi uma mulher ativa, presente, ligada a pessoas, equipas e trabalho.

Mas a verdade é esta:
A Natália não conheceu a LifeWave por curiosidade.
Conheceu pela dor.

Durante cerca de dois anos, a sua vida perdeu qualidade.
Três hérnias discais — uma delas na L5 — acabaram por atingir o nervo ciático. A dor era constante, intensa e incapacitante.

Houve um ponto em que:

  • não conseguia trabalhar

  • não conseguia conduzir

  • não conseguia dormir

  • não conseguia ser quem sempre foi

Como se não bastasse, sofreu uma queda e fraturou a clavícula do braço direito.

A medicação passou a fazer parte do dia a dia.
Todos os dias:

  • dois tramadol (manhã e noite)

  • pelo meio, mais medicação forte

Mesmo assim, a dor não cedia.

A Natália tentou tudo o que lhe aparecia à frente.
Quando alguém lhe dizia "há alguém que te pode aliviar a dor", ela ia. Sempre.

Passou por:

  • injeções de ozono, daquelas que quase fazem desmaiar

  • tratamentos alternativos agressivos

  • osteopatia que, nas palavras dela, "quase a matou"

  • injeções de colagénio

Nada resultava.

Quando o corpo cai… e a mente acompanha

Com o tempo, veio algo ainda mais perigoso: a depressão.

Houve dias em que olhava para as suas funcionárias, para o negócio que sempre construiu, e só lhe apetecia chorar.
Sentia-se inútil. Presa. Sem saída.

Num dos momentos mais baixos da sua vida, estava na varanda de casa — terceiro andar — com uma caixa de tramadol nas mãos. Chorava. Pensava em desistir.

Nesse exato momento, o telefone tocou.
Alguém insistiu.
Alguém foi ter com ela.

Esse telefonema mudou tudo.
E provavelmente salvou-lhe a vida.

Um "sim" sem grandes expectativas

Já lhe tinham falado do X39 da LifeWave antes.
Mais do que uma vez.

Mas no meio de tanta dor, a Natália não deu importância.
Quando finalmente aceitou experimentar, não foi por fé — foi por exaustão.

No primeiro dia, nem sequer usou o X39.
Usou o IceWave, colocando um patch no braço direito e outro nas costas, porque a dor era simplesmente demasiado intensa.

Nessa noite, algo inesperado aconteceu.

Deitou-se às 22h.
Acordou às 6h da manhã.

Oito horas seguidas.

Para alguém que não dormia mais do que uma ou duas horas por noite, aquilo foi um choque.
Foi aí que se perguntou:
"O que é que se está a passar no meu corpo?"

No dia seguinte, começou a usar o X39.
E nunca mais parou.

Voltar a ser ela

Com o tempo, a Natália começou a recuperar algo que julgava perdido para sempre: o brilho nos olhos.

Ela própria dizia às colegas, às comerciais, à sócia:

"Acho que nunca mais vou voltar a ser como era."

Hoje, diz o contrário.

Sempre foi uma mulher ativa, comunicativa, apaixonada pelo que faz.
E pouco a pouco, essa Natália começou a regressar.

Um detalhe simples — mas simbólico — diz tudo:
Durante anos, deixou de usar sapatos de salto alto por causa das dores.
Hoje, volta a usá-los.
Não porque precisa — mas porque quer.

Importante dizer:
Ela não deixou a medicação de imediato.
Continuou a tomar tramadol durante cerca de 10 dias.
Depois, naturalmente, deixou de precisar.

Um segundo episódio que reforçou a convicção

Em agosto de 2025, a Natália foi operada a um carcinoma basocelular que já tinha há algum tempo.
A cirurgia foi no dia 12 de agosto.

O cirurgião avisou:

"Vai ficar no mínimo uma semana toda negra."

A Natália respondeu, quase em tom de brincadeira:

"Agora que uso o X39, não vou ficar negra."

E não ficou.

Sete dias depois, quando foi retirar os pontos, o enfermeiro ficou a olhar para a ferida e perguntou:

"Como é possível? Isto parece uma cicatrização de 20 dias."

Hoje, com cerca de três meses de pós-operatório, as marcas são quase impercetíveis.
A recuperação foi, nas palavras dela, brutal.

Ceticismo também se aprende… e desaprende

A Natália não esconde: foi cética.
Falaram-lhe várias vezes. Ignorou.

Hoje arrepende-se de não ter escutado mais cedo.

Ela própria faz uma comparação simples:

"Quando vamos ao médico e ele passa um medicamento, não questionamos o que tem, nem os efeitos secundários. Confiamos. Porque ele veste uma bata branca."

E deixa a reflexão:

"Porque é que confiamos cegamente numa coisa… e rejeitamos tudo o resto sem investigar?"

Hoje sente-se como se tivesse voltado aos 45 anos.
Mais energia. Mais clareza mental — que começou a notar logo a partir do quarto dia.
Mais bem-estar.
Mais vida.

"Voltei a ser a Natália que era antes."

Esta é a história da Natália.
Não é uma promessa, nem um milagre universal.
Cada corpo reage de forma diferente.
Mas ignorar histórias reais também é uma escolha.

Às vezes, não é falta de soluções.
É falta de escuta.